Rodrigo Fiúza



Rodrigo Fiúza poderia ser um garoto simples, como tantos outros. Quem o conheceu quando pequeno, não imaginaria a história que aquele menino escreveria para si mesmo.

Nascido em Belo Horizonte, se mudou logo cedo com sua família para São Paulo. Lá viveu sua infância, até os quinze anos de idade, quando voltou à capital mineira.

Nessa época, já não conseguia imaginar sua vida sem doses intensas de aventura, por isso já se enveredava nas trilhas e matas no entorno da cidade e na Serra do Curral.

Aos 17 partiu para sua primeira aventura de longa distância. Com pouco (ou nenhum) planejamento, saiu de BH acompanhado do primo, rumo ao São Paulo. O primo ficou pelo caminho. Fiúza não. Para ele não existia limite.

Não existia desafio incompleto. Chegaria ao seu destino.

Fiúza sabia que não havia outra escolha. Decidiu que viveria sua vida assim. Respirando, comendo, sonhando aventuras. Uma decisão difícil.

O estereótipo do “aventureiro” não era respeitado. Não havia apoio familiar. Não havia apoio financeiro.

Formou-se em turismo, pela FUMEC e tomando como exemplos, carreiras bem sucedidas de outros exploradores, como o velejador Amir Klink, Rodrigo se convenceu de que era possível ser um “empreendedor da aventura”. Pensou nas possibilidades práticas, nos retornos financeiros, nos patrocinadores e percebeu que expedições de motocicleta eram a melhor alternativa. Assim ele poderia cumprir longas rotas em um curto espaço de tempo, criando aventuras mais envolventes para a audiência. Criando um produto vendável aos patrocinadores.

A fórmula deu certo, mas exigiu esforço, e muita capacitação. Rodrigo certificou-se como Guia de Montanhas e Resgate nas Cordilheiras dos Andes, ganhando experiência em montanhismo, rapel e escalada. Viajou pelo Brasil, colocando suas habilidades em prática. Sua qualificação o levou a ser selecionado entre mais de 70 mil atletas brasileiros para representar o país nas Olimpíadas de Esportes Radicais, no México, no ano 2000. E possibilitou que criasse o projeto Rapel da Paz.

No projeto, Fiúza visitou dezenas de localidades em toda América do Sul, e desceu de rapel pontos turísticos desses locais, esticando uma enorme bandeira com uma mensagem de paz.

Em 2006 foi convidado pela empresa Vale do Rio Doce a integrar o quadro do projeto Grandes Mineiros, programa que homenageou figuras célebres do estado e foi exibido em horário nobre na Rede Globo. Sem dúvida um motivo de orgulho. Mais do que isso. Foi um incentivo para ir mais longe.

O aventureiro se firmou de vez como aventureiro profissional, realizando feitos que chamaram a atenção da mídia mundial.

- Se tornou recordista mundial de volta ao mundo mais rápida de moto
- Percorreu 62 países em uma moto , tendo o recorde nacional de maior distancia percorrida.
- Desceu de rapel as maiores cachoeiras do Brasil, dentre elas Tabuleiro e a enorme cachoeira da Fumaça na Bahia.
- Desceu de caiaque toda a extensão do rio São Francisco
- Percorreu de bicicleta o Brasil do Oiapoque ao Chui  e também países como África do Sul, Bolívia , Israel e Palestina.

Durante dois anos apresentou o programa " O Aventureiro " no canal Sportv.

Hoje e considerado um dos maiores documentarista de aventura do pais,  ja tendo participado dos maiores programas da mÍdia nacional.

Requisitado palestrante aonde ministra o tema " Gestão de Sonhos" , Fiúza  participa de diversos eventos, feiras, exposicões de fotos anualmente.

Viajar tendo um guia com a experiência de Rodrigo Fiúza e muito engrandecedor, além de curtir belos roteiros você ainda estará acompanhado de um dos maiores nomes da aventura nacional

Assista vídeo motivacional:



Vídeo da entrevista no JÔ:


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